Tudo sobre Zoologia


Que a Zoologia é o ramo da Biologia que estuda os animais não é novidade para ninguém.

Contudo, vou descreve um guia completo sobre os membros do reino animal.



Nesta página você aprenderá toda a introdução da classificação, ramos, estruturas, fisiologia, evolução, sistemática, sistema de classificação, história, principais grupos, importância da Zoologia e muito mais.

Para fixar o conceito de Zoologia, segue a definição completa:

Zoologia, ramo da Biologia que estuda os membros do reino animal em geral, compreendendo suas espécies e características tais como a estrutura, a fisiologia, evolução e o comportamento desses seres vivos em seu habitat natural.

De um modo geral, pode-se dizer que os animais são classificados em seres:

  • pluricelulares (possuem várias células);
  • eucariontes (possui a carioteca);
  • heterótrofos (não produz o próprio alimento); e
  • aeróbicos (necessitam de oxigênio para sobreviver).

Embora essa ampla gama de estudos resulte em algum isolamento de especialidades dentro da zoologia, a integração conceitual no estudo contemporâneo dos seres vivos que ocorreu nos últimos anos enfatiza a unidade estrutural e funcional da vida, e não sua diversidade.

Devido a sua grande abrangência, a zoologia em geral se divide em numerosas subdisciplinas das quais as principais incluem:




SUMÁRIO

Principais grupos da Zoologia

Conhecendo da Nomenclatura

Importância da zoologia

Fisiologia

Evolução

Sistemática

Método Científico

Histórico

Zoologia na Idade Média

Século XV

Século XVIII

Conceito histórico de célula

Século XIX

Genética no Século XX

Histórico da Biologia Animal

Principais grupos da Zoologia

A classificação do reino animal se divide em grandes grupos, cada um dos filos representa um modelo estrutural ou padrão organizacional básico diferenciados.

O mundo animal está longe de ser definitiva, pois existem grupos de posição duvidosa, seja pela apresentação de caracteres híbridos entre dois ou mais tipos, seja por apresentar características próprias, mas cujo peso específico do ponto de vista taxionômico não está claro. Por essa razão, as classificações zoológicas variam de acordo com seus autores.

Apesar dessas divergências, pode-se considerar os seguintes filos claramente definidos:

Protozoários, que incluem os animais unicelulares, como as amebas e os tripanossomos;

Poríferos ou Espongiários, pluricelulares, que incluem as esponjas, as quais vivem fixas sobre um substrato e se nutrem das partículas deslocadas pela água quando esta penetra através dos numerosos poros que possuem no corpo;

Celenterados ou Cnidários, como as hidras, medusas e corais;

Ctenóforos, em muitos aspectos semelhantes aos anteriores, mas distintos em estrutura e biologia;

Platelmintos, vermes achatados como as planárias e as tênias, muitos dos quais parasitas do homem e de outros animais;

Nemertinos, longos e estreitos vermes dotados de uma pequena estrutura em forma de tromba;

Asquelmintos, vermes em geral cilíndricos, entre os quais se encontram as lombrigas e os rotíferos, estes últimos microscópicos;

Anelídeos ou vermes cilíndricos com cavidade entre os órgãos internos e a parede do corpo, ao qual pertencem as poliquetas marinhas, minhocas e sanguessugas;

Moluscos, animais providos de uma carcaça calcária em forma de espiral, de duas valvas ou reduzido a uma haste cartilaginosa ou coriácea interna; (10) artrópodes, dotados de apêndices articulados, como os crustáceos, aracnídeos, insetos e miriápodes;

Equinodermos, com esqueleto calcário sob a primeira camada epitelial, grupo em que estão as estrelas do mar, ouriços, os holoturóides, os ofiúros e os crinóides;

Hemicordados, marinhos e com aspecto de vermes, como o balanoglosso;

Quetógnatos, marinhos e planctônicos;

Pogonóforos, marinhos, com tentáculos filiformes; e

Cordados, no qual se encontram os vertebrados, integrados pelos ciclostomados ou lampreias, os condrictes (peixes cartilaginosos), os osteíctes (peixes de esqueleto ósseo), os anfíbios, os répteis, as aves e os mamíferos.


Conhecendo da Nomenclatura

Para estudar os animais é necessário ter conhecimento da nomenclatura utilizada. Os termos mais comuns para as características encontradas nos animais são:

Séssil: são os organismos que não realizam deslocamento (locomoção) por vontade própria, uma vez fixos no substrato ali permaneceram até que outra força os faça sair. Como por exemplo, um siri que coloca anêmonas na carapaça para evitar predadores. Ex.: ostras e corais.

Simetria Radial (ou Radiada): quando o corpo do animal pode ser dividido em vários raios e em cada um deles serão encontrados as mesmas estruturas. Essa simetria é vantajosa para animais sésseis (fixos), pois permite o contato com o ambiente em diferentes direções. Ex.: anêmona-do-mar.

Simetria Bilateral: o corpo é dividido em duas metades simétricas, apenas um raio. Este tipo de simetria facilita o movimento terrestre, aquático e aéreo. Ex.: homem.

Seres Pluricelulares ou Multicelulares: são os organismos que possuem mais de uma célula na composição do corpo. Todos os animais são exemplos de organismos pluricelulares.

Respiração Aeróbica: processo para a obtenção do oxigênio, participa do processo de oxidação dos alimentos para liberar a energia e posteriormente liberação do dióxido de carbono (gás carbônico).

Reprodução Sexuada: quando há o encontro dos gametas feminino e masculino e posteriormente a sua fusão iniciando o desenvolvimento embrionário. Nesta reprodução não é necessário haver cópula (fecundação interna), podendo então, ser realizada no meio exterior (fecundação externa). Ex.: cavalo (fecundação interna), sapo (fecundação externa).

Reprodução Assexuada: um único indivíduo gera dois seres idênticos ao genitor. Esta reprodução pode acontecer por brotamento, bipartição, gemulação, multiplicação vegetativa, esporulação, fragmentação e etc.

Organismos Eucariontes: seres que apresentam carioteca, membrana que envolve e protege o material genético.

Organismos Heterotróficos: organismos que não produzem seu próprio alimento, necessitando então, de capturá-lo para conseguir absorver a energia para manter os sistemas em funcionamento.


Importância da zoologia

A zoologia, além de ser uma ciência com peso específico dentro da biologia, reveste-se de grande importância para o homem em muitas outras áreas, da economia à cultura.

No campo da medicina e da saúde, são numerosos os produtos e substâncias de origem animal descobertos pelas pesquisas zoológicas que se revelaram de extrema utilidade para o tratamento de enfermidades, fabricação de soros, correção de deficiências endócrinas etc. e que incluem desde hormônios até venenos extraídos de serpentes.

A experimentação com animais com objetivos médicos e farmacológicos (testes de vacinas, remédios etc.) é amplamente difundida. Outra aplicação de grande importância constituem os estudos parasitológicos e epidemiológicos, estes últimos no que se refere à transmissão e veiculação de agentes patogênicos por alguns animais.

Na agropecuária, o conhecimento proporcionado pela zoologia sobre as pragas da lavoura, sua biologia, ciclos vitais, inimigos naturais etc. fornece a base para erradicá-las. Igualmente úteis são as pesquisas sobre os insetos e aves polinizadoras, as espécies benéficas para os campos, a influência de muitos animais na melhoria da estrutura dos solos e as possibilidades de domesticação e aproveitamento de mamíferos herbívoros autóctones em zonas nas quais o gado doméstico apresenta baixos rendimentos e provoca graves alterações ecológicas.

As aplicações industriais e científicas dos resultados dos estudos zoológicos são múltiplas e abrangem uma ampla gama de produtos e substâncias, desde corantes e tintas (obtidos de cochonilhas, gastrópodes e outros) até gorduras, espermacete, peles etc. A reprodução de modelos básicos de muitos animais na fabricação de máquinas e instrumentos deu origem a uma nova ciência, a biônica.

Também no aspecto cultural, o papel desempenhado pela zoologia não é nada desdenhável. Reservas, jardins zoológicos, aquários e outros centros de instalações semelhantes desempenham importante função educadora, divulgadora e contribuem para ampliar a visão intelectual de uma porção cada vez maior da sociedade para a qual o acesso ao meio natural é progressivamente mais difícil e esporádico.


Fisiologia

Em conceito, a Fisiologia é a ciência que estuda o funcionamento do organismo, compreendendo todos os processos físico-químicos e orgânicos dos seres vivos.

O tema da “estrutura para função” é central para a biologia.

Estudos fisiológicos tem sido tradicionalmente dividido em fisiologia vegetal e fisiologia animal, mas algumas propriedades da fisiologia são universais, não importando qual o organismo particular está sendo estudado.

Por exemplo, o que se aprende na fisiologia das células de levedura também pode ser aplicado para células humanas.

O campo da fisiologia animal se estende desde as ferramentas e métodos da fisiologia humana até as espécies não-humanas.

Estuda como, por exemplo, os sistemas nervoso, imunológico, endócrino, respiratório, e circulatório funcionam e interagem entre si.


Evolução

Conceitualmente, Evolução é o processo através do qual ocorrem as mudanças ou transformações nos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a espécies novas.

A pesquisa evolucionária se preocupa com a origem e as descendências das espécies, assim como a sua mudança com o passar do tempo, e inclui cientistas de várias disciplinas orientadas pela taxonomia.

Por exemplo…

Geralmente envolve cientistas que possuem um treinamento especial em organismos particulares como mamologia, ornitologia, ou herpetologia, mas usa esses organismos como sistemas para responder as questões gerais sobre a evolução.

A biologia evolucionária é parcialmente baseada na paleontologia, que usa os registros fósseis para responder as questões sobre o modo e o tempo da evolução, e parcialmente em desenvolvimentos nas áreas de genética populacional e teoria evolucionária.


Sistemática

A classificação científica em zoologia é o método pelo qual os zoologistas agrupam e categorizam organismos pelo seu tipo biológico, como gêneros e espécies.

A classificação biológica é uma forma de taxonomia científica.

As classificações biológicas modernas têm raízes no trabalho de Carolus Linnaeus, que agrupou as espécies de acordo com características físicas em comum.

Esses agrupamentos tem sido revisados desde então para melhorar a consistência com os princípios de Darwin sobre descendente comum.

Filogeneticistas moleculares, que usam sequência de DNA como dados, tem levado a muitas revisões recentes e provavelmente continuarão a fazê-lo. A classificação biológica pertence a ciência da sistemática zoológica.

Muitos cientistas atualmente consideram o sistema de cinco reinos ultrapassado.

Sistemas de classificação alternativos geralmente começam com um sistema de três reinos:

  • Archaea (originalmente Archaebacteria);
  • Bacteria (originalmente Eubacteria)
  • Eukariota (incluindo protistas, fungos, plantas, e animais).

Esses domínios se referem a célula possuir ou não núcleo, assim como, também, às diferenças da composição química do exteriores da célula.

Após, cada reino é dividido recursivamente até que cada espécie tenha uma classificação separada. A ordem é:

  • Domínio;
  • Reino;
  • Filo;
  • Classe;
  • Ordem;
  • Família;
  • Género;
  • Espécie.

O nome científico dos organismos é gerado do seu gênero e espécie. Por exemplo, humanos são listados como Homo sapiens.

Homo é o gênero, sapiens a espécie.

O nome científico de um organismo, se capitaliza a primeira letra do gênero e mantem em caixa baixa todas as letras da espécie, com todo o termo podendo estar em itálico ou sublinhado.


Método Científico

O principal método utilizado na ciência, de modo geral, para o estabelecimento de teorias e leis, foi o método hipotético-dedutivo que, resumidamente, consistia em:

  • Estabelecer uma hipótese, geralmente baseada em observações e formulações;
  • A partir da hipótese, fazer uma previsão a respeito do futuro;
  • Realizar estudos experimentais e testes para comprovar a veracidade da hipótese e da previsão;
  • Se a hipótese é comprovada, e puder ser utilizada para explicar uma ampla variedade de fenômenos relacionados, torna-se uma teoria.

Histórico

A sobrevivência do homem pré-histórico como caçador definiu sua relação com outros animais, que eram uma fonte de alimento e perigo. À medida que a herança cultural do homem se desenvolvia, os animais foram incorporados de várias formas ao folclore e à consciência filosófica do homem como seres vivos. A domesticação de animais forçou o homem a ter uma visão sistemática e medida da vida animal, especialmente após a urbanização, exigindo um suprimento constante e grande de produtos de origem animal.

O estudo da vida animal pelos gregos antigos tornou-se mais racional, se ainda não científico, no sentido moderno, após a causa da doença – até então pensada como demônios – ter sido postulada por Hipócrates como resultado da falta de funcionamento harmonioso das partes do corpo.

O estudo sistemático de animais foi incentivado por Aristóteles sobre os seres vivos, seu trabalho refletindo conceito grego de ordem na natureza e atribuir à natureza uma rigidez idealizada.

Nos tempos romanos Plínio reuniu em 37 volumes um tratado, Historia naturalis, que era uma compilação enciclopédica de mitos e fatos sobre corpos celestes, geografia, animais e plantas, metais e pedras. Os volumes VII a XI dizem respeito à zoologia; o volume VIII, que trata dos animais terrestres, começa com o maior, o elefante. Embora a abordagem de Plínio fosse ingênua, seu esforço acadêmico teve uma influência profunda e duradoura como um trabalho autoritário.

Zoologia na Idade Média

A Zoologia continuou no a tradição aristotélica por muitos séculos na região do Mediterrâneo e na Idade Média, na Europa, acumulou consideráveis ​​folclore, superstição e simbolismos morais, que foram adicionados a informações objetivas sobre os animais.

Gradualmente, grande parte dessa desinformação foi filtrada: os naturalistas se tornaram mais críticos ao comparar a vida animal observada diretamente na Europa com a descrita em textos antigos.

Século XV

O uso da prensa de impressão no século XV tornou possível uma transmissão precisa de informações. Além disso, visões mecanicistas dos processos da vida (isto é, que processos físicos, dependendo de causa e efeito, podem se aplicar a formas animadas) forneceram um método promissor para analisar as funções dos animais; por exemplo, a mecânica dos sistemas hidráulicos fazia parte do argumento de William Harvey para a circulação do sangue – embora Harvey permanecesse completamente aristotélico em perspectiva.

Século XVIII

No século XVIII, a zoologia passou por reformas fornecidas pelo sistema de nomenclatura de Carolus Linnaeus e pelas obras abrangentes sobre história natural de Georges-Louis Leclerc; a estes foram adicionadas as contribuições à anatomia comparada por Georges Cuvier no início do século XIX.

Funções fisiológicas, como digestão, excreção e respiração, foram facilmente observadas em muitos animais, embora não tenham sido analisadas tão criticamente quanto a circulação sanguínea.

Após a introdução da palavra célula no século XVII e a observação microscópica dessas estruturas ao longo do século XVIII, a célula foi definida de maneira incisiva como a unidade estrutural comum dos seres vivos em 1839 por dois alemães: Matthias Schleiden e Theodor Schwann. Enquanto isso, à medida que a ciência da química se desenvolvia, ela era inevitavelmente estendida a uma análise de sistemas animados.

Em meados do século XVIII, o físico francês René Antoine Ferchault demonstrou que a ação fermentadora dos sucos estomacais é um processo químico. E em meados do século 19, o médico e fisiologista francês Claude Bernard se baseou tanto na teoria celular e conhecimento da química para desenvolver o conceito de estabilidade do ambiente corporal interno, agora denominado homeostase.

Conceito histórico de célula

O conceito de célula influenciou muitas disciplinas biológicas, incluindo a de embriologia, na qual as células são importantes para determinar a maneira pela qual um óvulo fertilizado se desenvolve em um novo organismo. O desenrolar desses eventos – chamado epigênese por Harvey – foi descrito por vários trabalhadores, notadamente o embriologista foi o primeiro a observar um óvulo de mamífero dentro de um ovário.

Outro embriologista, Christian Heinrich Pander, introduziu em 1817 o conceito de camadas germinativas dos tecidos na embriologia.


Século XIX

Na última parte do século XIX, a microscopia aprimorada e as melhores técnicas de coloração usando corantes de anilina, como a hematoxilina, deram um impulso adicional ao estudo da estrutura celular interna.

Por esta hora Darwin tornou necessária uma revisão completa da visão do homem sobre a natureza com sua teoria de que mudanças biológicas nas espécies ocorrem através do processo de seleção natural. A teoria da evolução – que os organismos estão evoluindo continuamente para se adaptarem.

Darwin reconheceu que os princípios da hereditariedade devem ser conhecidos para entender como a evolução funciona; mas, embora o conceito de fatores hereditários já tivesse sido formulado por Mendel, Darwin nunca ouviu falar de seu trabalho, que estava essencialmente perdido até sua redescoberta em 1900.

Genética no Século XX

A genética se desenvolveu no século XX e agora é essencial para muitas disciplinas biológicas diversas. A descoberta do gene como fator hereditário controlador para todas as formas de vida tem sido uma grande conquista da biologia moderna.

Também surgiu uma compreensão mais clara da interação dos organismos com o meio ambiente.

Estudos ecológicos ajudam não apenas a mostrar a interdependência dos três grandes grupos de organismos – plantas, como produtores; animais, como consumidores; e fungos e muitas bactérias, como decompositores – mas também fornecem informações essenciais para o controle do homem sobre o meio ambiente e, finalmente, para sua sobrevivência na Terra.

Intimamente relacionados a este estudo da ecologia estão as investigações sobre o comportamento animal, ou etologia. Tais estudos são frequentemente interdisciplinares em que ecologia, fisiologia, genética, desenvolvimento, e evolução são combinadas quando o homem tenta entender por que um organismo se comporta da mesma maneira.

Essa abordagem agora recebe atenção substancial porque parece fornecer informações úteis sobre a herança biológica do homem – isto é, a origem histórica do homem a partir de formas não humanas.


Histórico da Biologia Animal

O surgimento da biologia animal teve dois efeitos particulares na zoologia clássica.

Primeiro, e um tanto paradoxalmente, houve uma ênfase reduzida na zoologia como um assunto distinto do estudo científico; por exemplo, os trabalhadores pensam em si mesmos como geneticistas, ecologistas ou fisiologistas que estudam animais em vez de materiais vegetais. A ênfase atual é, portanto, inclinada para a solução de problemas biológicos gerais; a zoologia contemporânea é, assim, em grande parte, a soma total desse trabalho realizado por biólogos que buscam pesquisas em material animal.

Segundo, há uma ênfase crescente em uma abordagem conceitual das ciências da vida. Isso resultou dos conceitos que surgiram no final do século XIX e início do século XX: a teoria das células; seleção natural e evolução; a constância do ambiente interno; a semelhança básica do material genético em todos os organismos vivos; e o fluxo de matéria e energia através dos ecossistemas.

A vida de micróbios, plantas e animais agora é abordada usando modelos teóricos como guias, em vez de seguir o empirismo frequentemente restrito dos tempos antigos. Isso é particularmente verdadeiro em estudos moleculares, nos quais a integração da biologia com a química permite que as técnicas e ênfases quantitativas das ciências físicas sejam usadas efetivamente para analisar sistemas vivos.


Referências

Zoologia dos Invertebrados (adquirir o livro)
Autor: Ruppert, Edward E.
Editora: Roca – Brasil

Princípios Integrados de Zoologia (adquirir o livro)
Autor: Hickman Jr., Cleveland P.; Roberts, Larry S.; Larson, Allan
Editora: Guanabara Koogan

Atlas de Zoologia
Autor: Tola, José
Editora: FTD

Atlas de Zoologia – Invertebrados
Autor: Vera, a de Haro
Editora: Ibero Americano

Zoologia Geral (adquirir o livro)
Autor: Storer, I. Tracy
Editora: Nacional

Atlas de Zoologia – Vertebrados
Autor: Aritio, L. Blas
Editora: Ibero Americano