Evolução


Pesquisando as melhores definições para Evolução, encontrei essas:

Evolução é o processo através do qual ocorrem as mudanças ou transformações nos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a espécies novas.

Compreende o conjunto de mudanças hereditárias as quais os seres vivos estão sujeitos, gerando variedade genética e diversidade. Essas modificações geram transformações hereditárias nos organismos que estão relacionadas a processos adaptativos. Essa evolução está relacionada com a sobrevivência e adaptação de uma espécie dentro de um determinado meio ou ecossistema.

Na biologia, Evolução (também conhecida como evolução biológica, genética ou orgânica) é a mudança das características hereditárias de uma população de seres vivos de uma geração para outra.

A evolução biológica corresponde ao processo de modificação e adaptação das espécies ao longo do tempo.

É o processo de variação e adaptação de populações ao longo do tempo, podendo inclusive provocar o surgimento de novas espécies a partir de uma preexistente.

Pra mim, de todas as definições de Evolução acima, a melhor é essa:

Evolução é o processo de mudança e adaptação dos seres vivos às modificações ocorridas no meio ambiente com passar do tempo.

SUMÁRIO

O QUE É EVOLUÇÃO

INTRODUÇÃO

TEORIA DA EVOLUÇÃO

CARACTERÍSTICAS DA TEORIA

FIXISMO

TEORIAS EVOLUCIONISTAS

DARWINISMO

NEODARWINISMO

ORIGEM DA VIDA

Lamarck

Darwin

Neodarwinismo

Irradiação e Convergência Adaptativa

Deriva Genética

PROVAS DA EVOLUÇÃO

Órgãos Homólogos

Órgãos Análogos

Órgãos Vestigiais

Evidências celulares e moleculares

Os fósseis

MECANISMOS EVOLUTIVOS

Deriva Genética

Fluxo Gênico

Seleção Natural

Variação

RESUMO SOBRE A TEORIA DA EVOLUÇÃO

CURIOSIDADES

REFERÊNCIAS

 

O QUE É EVOLUÇÃO

Etimologicamente, este termo tem origem no latim evolutio, que significa o desdobramento de alguma coisa (antigamente os pergaminhos).

O sentido de evolução como processo biológico de transformação só surgiu no século XIX. Neste caso, a evolução consiste em um conjunto de modificações lentas em direção a um determinado sentido, que remete para um desenvolvimento gradual e progressivo.

Apesar do objetivo ser falar apenas de Evolução Biológica, abaixo segue um pequeno trecho de outros significados para a Evolução do sentindo não biológico.

No contexto filosófico, a evolução representa uma alteração progressiva de um ser ou de um sistema em direção a um estado final. A hipótese teleológica indica que a evolução pressupõe um estado inicial e final, onde existe a noção de superação.

Na política, a evolução remete para um melhoramento gradual de parâmetros sociais, econômicos e políticos de uma população. É diferente da revolução, porque as mudanças são alcançadas sem violência, através de reformas.

A palavra evolução também pode significar o movimento regular e ajustado de aviões, tropas, aves, navios, etc.

Árvore filogenética da vida que mostra o possível ancestral em comum entre todos os domínios (Bacteria, Archaea e Eukarya).

Árvore filogenética da vida que mostra o possível ancestral em comum entre todos os domínios (Bacteria, Archaea e Eukarya).

INTRODUÇÃO

O termo evolução do ponto de vista popular está relacionado com a ideia progressiva de melhoria. Esse progresso nem sempre é observado do ponto de vista biológico. Dessa forma, Evolução Biológica é qualquer processo que altere as características de uma espécie de modo que ela possa se tornar mais adaptada ao habitat em que se encontra, não necessariamente através de um progresso.

Os processos evolutivos visam, portanto, gerar maior adaptação das espécies em um ambiente. Esse conceito de adaptação está relacionado com diversos outros processos evolutivos, principalmente a especiação, quando espécies novas de organismos são formadas a partir de alterações graduais em espécies preexistentes.

Atualmente a idéia comum entre todos os estudiosos do assunto é a de que todos os organismos descendem de um ancestral comum que, através de um esquema conhecido como “Árvore da Vida” pode ser pelo menos caracterizado.

Figura 1. Árvore filogenética da vida que mostra o possível ancestral em comum entre todos os domínios (Bacteria, Archaea e Eukarya).

TEORIA DA EVOLUÇÃO

A teoria da evolução é um conceito bastante utilizado na Biologia para indicar que a evolução biológica dos organismos existentes atualmente é fruto da modificação lenta e progressiva de algumas espécies.

Também conhecida como Darwinismo ou Evolucionismo, esta teoria foi desenvolvida por Charles Darwin, tendo uma colaboração de Alfred Wallace e revela os momentos de desenvolvimento das espécies que habitavam e habitam o planeta Terra.

Ela surgiu em meados do século XIX, para fazer oposição à ideia do Criacionismo, que alega que todas as criaturas vivas na Terra surgiram a partir de uma criação de Deus.

A base da teoria consiste na seleção natural, onde os organismos mais bem adaptados ao meio têm as maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados e, portanto, seriam os animais selecionados para aquele ambiente.

CARACTERÍSTICAS DA TEORIA

A principal característica da teoria da evolução é a de que todos os indivíduos de qualquer espécie possuem ancestrais em comum em algum momento da história.

Isto só é possível através da seleção natural, onde os indivíduos que melhor se adaptavam ao meio tinham mais chances de sobrevivência. A limitação dos recursos era uma maneira de fazer os indivíduos lutarem, direta ou indiretamente para conquistá-los, o que também fazia com que alguns tivessem mais destaque que outros.

Entretanto, os indivíduos pertencentes à mesma espécie possuem variações entre si, resultado de mutações genéticas ou de reprodução sexuada e que podem ser transmitidas para a geração seguinte.

A seleção natural é muito similar a seleção artificial, porém esta última resulta de interferências humanas sobre um determinado organismo.

FIXISMO

Desde sempre estudiosos tentam buscar explicações para compreender a origem da vida e dos organismos existentes no Planeta. Filósofos como Aristóteles e Platão acreditavam que o planeta era estático e seus organismos não apresentaram mudanças desde quando foram criados, mantendo-se imutáveis. Esse conceito foi incorporado pela Igreja Católica que, principalmente na era medieval, possuía grande poder político, científico e religioso.

Essa visão de planeta e seres fixos foi chamada de Fixismo ou, devido a forte influência da Igreja, de Criacionismo, já que defendia que as criaturas assim como o planeta foram criados por um ser superior e se mantiveram estáticos desde a criação. Essa ideia se manteve em predominância até o Renascimento (do século XIII ao XVII), quando novas teorias e correntes de pensamento divergiram dessa ideia de seres imutáveis. Ainda assim, a igreja possuía grande poder para que as teorias não passassem de boatos.

Foi a partir do XVIII que surgiram as primeiras evidências de um planeta que vive em constantes mudanças e transformações. Fósseis eram encontrados mostrando formas de vidas desconhecidas na época, grandes mamutes congelados eram encontrados em Icebergs mostrando formas de vida que existiram no passado e de alguma foram extintas.

A partir do século XIX, utilizando como base os estudos de Copérnico e Galileu no século XVIII, que estudiosos como Jean-Baptiste Lamarck e, posteriormente, Charles Darwin propuseram o conceito de Evolução, onde todos os organismos eram acometidos por processos evolutivos que conferiam maior adaptação ao ambiente e até a formação de novas espécies.

TEORIAS EVOLUCIONISTAS

Jean-Baptiste Lamarck

Jean-Baptiste Lamarck

O biólogo francês Jean-Baptiste Lamarck formulou uma das primeiras teorias sobre a evolução dos seres vivos. Para explicar, sugeriu duas leis:

  • Lei do Uso e Desuso,
  • Lei da Transmissão dos Caracteres Adquiridos.

A Lei do Uso e Desuso pontua que quando uma espécie utiliza determinada parte do corpo com maior intensidade, essa parte se desenvolve ainda mais que as outras. Já as partes que não são tão usadas podem sofrer atrofiamentos e até desaparecer.

A segunda lei, Transmissão dos Caracteres Adquiridos, afirma que certas características são transmitidas para as novas gerações com o passar dos anos.

Apesar do pioneirismo, essas leis apresentam falhas. No caso do uso e desuso, não pode ser deixado de lado o fato de que as características dos organismos são definidas pelos genes, não necessariamente pelo uso contínuo e intenso. O outro erro inclui a segunda lei, já que certas características não podem ser transmitidas, pois não estão inseridas na formação genética.

DARWINISMO

Charles Darwin e Alfred Russel Wallace

Charles Darwin e Alfred Russel Wallace

Criada pelos naturalistas Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, essa ideia evolucionista acredita que as espécies vivem em constante luta pela adaptação, sobrevivendo apenas os mais fortes e capazes de se reproduzir.

Apesar do conceito de seleção natural ser aceito e estudado pela biologia, não consegue explicar quais os atributos deixam determinadas espécies mais fortes e adaptáveis, e como são transmitidas para os descendentes. Essa explicação apenas surge com os estudos sobre genética.

NEODARWINISMO

Gregor Mendel

Gregor Mendel

Também chamada de teoria sintética da evolução, surgiu no século XX e acrescenta as teorias de seleção natural com a genética.

A corrente incorpora os conceitos de mutação e recombinação genética. O monge botânico Gregor Mendel, após anos da teoria darwinista ser lançada, realizou várias experiências com cruzamento de ervilhas para encontrar o que futuramente seria conhecido pela ciência como gene.

Vamos descrever essas teorias:

ORIGEM DA VIDA

Segundo a teoria heterotrófica, os primeiros seres viviam em mares ricos em nutrientes e numa atmosfera sem oxigênio nem gás carbônico. A energia para o metabolismo era obtida por fermentação. Os primeiros seres fotossintetizantes introduziram o oxigênio na atmosfera. Surgiram, então, os primeiros seres aeróbios, que obtêm energia pela respiração.

Lamarck

O naturalista francês acreditava que o ambiente induzia o organismo a se modificar e, assim, se adaptar melhor ao meio. Segundo a lei do uso e desuso, um órgão se desenvolveria se fosse muito usado, e se atrofiaria e desapareceria se pouco usado.

O pescoço das girafas seria longo de tanto os animais esticarem a cabeça para alcançar as folhas mais altas das árvores. As características desenvolvidas por hábitos de vida seriam transmitidas aos descendentes (herança dos caracteres adquiridos).

Darwin

Numa viagem de cinco anos pela América do Sul, África e Austrália, Charles Darwin fez observações que o levaram à ideia da evolução por seleção natural. Segundo o darwinismo, a seleção natural é um processo de longo prazo. Os indivíduos nascem com pequenas diferenças. Algumas dessas diferenças facilitam sua sobrevivência. Ao se reproduzirem, esses indivíduos transmitem a característica favorável a seus descendentes. O meio ambiente não induz a nenhuma variação, apenas funciona como “filtro”, que seleciona os organismos mais adaptados (mais aptos a sobreviver). Mas Darwin não tinha ideia de como surgiam as características a ser filtradas em cada organismo.

Neodarwinismo

Ou teoria sintética da evolução, afirma que a evolução se dá sobre dois pilares: o rearranjo dos genes e as alterações bioquímicas que ocorrem aleatoriamente nos genes. Tais alterações podem acontecer por acidentes no processo de duplicação do DNA, ou ser induzidas por forças ambientais (como radiação), mas jamais são orientadas para esta ou aquela finalidade. A seleção natural trata de selecionar a mutação que torna o indivíduo mais adaptado.

Irradiação e Convergência Adaptativa

Irradiação adaptativa é o desenvolvimento de variações em espécies aparentadas que habitam ambientes diversos (o bico dos tentilhões de Darwin). Convergência adaptativa é o desenvolvimento de estruturas análogas em espécies não aparentadas, por força da adaptação a um mesmo meio (nadadeiras no tubarão e na baleia). Mimetismo é um tipo de convergência adaptativa, pelo qual um ser vivo assume a aparência de outro, ganhando com isso uma vantagem para sobrevivência.

Deriva Genética

É o mecanismo pelo qual um acontecimento aleatório altera a frequência de determinado alelo numa população. Essa alteração ocorre ao acaso – ou seja, não é provocada por seleção natural. A deriva pode afetar alelos neutros, benéficos ou deletérios.

PROVAS DA EVOLUÇÃO

Para que as teorias evolutivas fossem aceitas fez-se necessário buscar as evidências. A seguir vamos conhecer alguns pontos que nos ajudam a entender a evolução das espécies.

Órgãos Homólogos

São os organismos que possuem a mesma origem embrionária, porém com funções diferentes. Isso afirma a ideia de que todos os seres compartilharam um ancestral em comum. Se observarmos as patas de um crocodilo e de um rato, por exemplo, vamos perceber que ambos apresentam a mesma anatomia (origem embrionária), diferenciados somente pela funcionalidade. O sistema que gera esse processo é chamado de divergência evolutiva.

Órgãos Análogos

São aqueles que apresentam origem embrionária distinta, mas que exercem a mesma função. As asas dos morcegos e pássaros, por exemplo, são usadas para voos, entretanto possuem anatomias diferentes. Este fato acontece por causa da convergência evolutiva.

Órgãos Vestigiais

Algumas espécies apresentam órgãos pequenos e sem grande utilidade, mas, esse mesmo órgão em outra espécie, pode ser essencial para sobrevivência. O apêndice, por exemplo, nos roedores é a parte responsável pela digestão dos alimentos. Já para o homem é apenas uma estrutura pequena e sem atribuição.

Evidências celulares e moleculares

No quesito celular, algumas espécies apresentam os mesmos aspectos na fase inicial da vida, porém, com o desenvolvimento do embrião essas semelhanças diminuem e cada uma assume características específicas.

No nível molecular, muitos genes são compartilhados entre os organismos, o que aparenta certo grau de parentesco. O DNA humano e o mapa genético do macaco Bonobo, por exemplo, apresenta 98,7% de similaridade.

Os fósseis

Os fósseis são os vestígios que comprovam a estadia de espécies (animal ou vegetal) em algum momento da vida terrestre. Eles podem ser encontrados em rochas e gelos, e, normalmente, são partes duras que conseguem passar pelo processo de fossilização, como ossos e conchas.

Para descobrir o período em que determinado fóssil esteve na Terra, os paleontólogos investigam o tamanho de compostos químicos (carbono, chumbo, entre outros) presentes nos restos mortais do organismo, já que as mudanças climáticas e a configuração física e celular dos serem contribuem para esse processo.

MECANISMOS EVOLUTIVOS

Estudos darwinianos já propunham três mecanismos que agem como fatores que contribuem para os processos evolutivos. Com o Neodarwinismo, foi adicionado um quarto mecanismo chamado de variação genética.

Deriva Genética

Mudanças aleatórias nas frequências alélicas de uma população. Dessa forma, ela pode alterar os alelos presentes em uma população, mas ocorre sempre ao acaso, não trabalhando para produzir adaptações.

Fluxo Gênico

Troca de genes entre populações, geralmente da mesma espécie. Essa troca de genes entre populações pode gerar espécies melhores adaptadas ou formar híbridos (espécies geradas a partir da união de duas outras espécies).

Seleção Natural

Populações diferentes de indivíduos são acometidas por condições ambientais que seleciona os organismos melhores adaptados para sobreviver naquele ambiente.

Variação

Com o Neodarwinismo, além dos fatores citados acima, é considerado também o mecanismo de variação genética o qual todos os indivíduos estão sujeitos. Essa variação do material genético (DNA) pode ocorrer por alguns meios específicos:

Mutação: Alteração de pares de bases presentes no DNA que pode alterar a proteína gerada e, com isso, alterar as características do organismo mutado. Essa mutação pode ocorrer por erros na replicação do material genético, por exemplo.

Recombinação: Processo de troca de material genético entre cromossomos homólogos, também chamado de Permutação ou Crossing-Over, processo que pode ocorrer nas Meiose de organismos com reprodução sexuada.

Transferência de Genes: Ocorre quando um organismo transfere parte do seu material genético para outro organismo que não necessariamente é de sua prole ou da mesma espécie. Como exemplo tem-se as Bactérias que podem passar informações genéticas de umas para as outras através de seus Plasmídeos;

Genética Populacional: Alelos diferentes podem apresentar variação em características que ficam nítidas do ponto de vista populacional, principalmente quando indivíduos de uma espécie são separados em habitats diferentes. Um exemplo são as mariposas conhecidas como Traças (Biston betularia) que possuem coloração branca nas asas, porém uma variação dessa mesma mariposa apresenta coloração preta nas asas.

RESUMO SOBRE A TEORIA DA EVOLUÇÃO

Hoje bem aceita tanto no meio científico quanto pelo senso comum, a Teoria da Evolução, desenvolvida por Charles Darwin em 1858, causou polêmica na época, principalmente por parte de setores religiosos. Veja agora 10 coisas que você precisa saber sobre a teoria.

A evolução é a mudança que ocorre com características hereditárias de uma determinada população através das gerações. Depois de um longo período, esse processo faz com que as espécies mudem ou deem origem a novas espécies.

Embora a ideia de que os seres vivos evoluíam já existisse, foi Charles Darwin que deu o pulo do gato ao incluir a seleção natural no processo.

O princípio básico da seleção natural diz que as características hereditárias favoráveis à vida na Terra tornam-se mais comuns em gerações sucessivas em uma determinada população, enquanto que as desfavoráveis se tornam menos comuns ou desaparecem. Isso pode acontecer porque os indivíduos com características mais favoráveis têm mais chances de sobreviver e se reproduzir que os menos adaptados.

A ideia da seleção natural aprimora a teoria do cientista francês Lamarck, que era bem aceita na época. Segundo ele, o ambiente causava mudanças necessárias nos indivíduos para que eles sobrevivessem, desenvolvendo ou atrofiando músculos e órgãos, e essas características eram passadas para seus descendentes. Hoje se sabe que características adquiridas ao longo da vida não são passadas adiante. Apenas as características genéticas são transmitidas pelas gerações.

Já segundo Darwin, as variações genéticas entre os indivíduos de determinada espécie surgem ao acaso e a sucessão de gerações se encarrega de selecionar as melhores para a sobrevivência. Mais tarde, estudos de genética comprovaram essa tese, com a descoberta das combinações e mutações genéticas que são disseminadas por meio da reprodução.

A teoria de Darwin foi descrita em estudo detalhado, chamado de A Origem das Espécies. O livro acabou na lista de leituras proibidas pela Igreja Católica por ir de encontro com o criacionismo.

Para elaborar uma teoria tão completa e detalhada, Darwin dedicou muito tempo ao trabalho de campo, observando animais e plantas ao redor do mundo. Uma das viagens mais inspiradoras para o cientista foi a que ele fez a bordo do navio HMS Beagle, aos 22 anos. Ele passou pela África, América do Sul e Oceania, registrando as diferenças na fauna e na flora de cada um desses lugares.

De acordo com essa teoria, todos os seres vivos na Terra tiveram um ancestral comum, que foi se modificando e evoluindo ao longo do tempo, dando origem a diferentes espécies.

Hoje em dia, o estudo dos registros fósseis ajudou a reconstruir com precisão a história evolutiva na Terra, desde as primeiras formas de vida. Analisar os fósseis encontrados ajudou os cientistas a perceberem que todas as espécies, mesmo as já extintas, estão cronologicamente relacionadas e que elas mudam ao longo do tempo.

CURIOSIDADES

  • Alguns animais e plantas praticamente não mudaram suas características por milhões de anos, são os chamados fósseis vivos. Barata, escorpião, peixe agulha, árvore araucária e planta magnólia são exemplos.
  • Com a evolução, o cérebro humano aumentou de tamanho e se aprimorou, mas os dentes ficaram menores. Isso só acontece com a espécie humana, pois, em todas as outras, quando o tamanho do cérebro aumenta, acontece o mesmo com os dentes.
  • Após a Revolução Industrial, 95% das mariposas claras passaram a ser escuras. Isso se deu porque elas perderam o poder da camuflagem e mudaram de cor por causa da poluição do ar.
  • Nos Estados Unidos, as aves andorinhas estão evoluindo para espécies com asas mais curtas para fugir da presença de carros.

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REFERÊNCIAS

  • Douglas Joel Futuyma (2005). Evolution. Sunderland, Massachusetts: Sinauer Associates, Inc. ISBN 0-87893-187-2.
  • Mayr, Ernst (2008). «Isto é biologia»
  • Maxwell EE, Larsson HC (2007). «Osteology and myology of the wing of the Emu (Dromaius novaehollandiae), and its bearing on the evolution of vestigial structures». J. Morphol. 268 (5): 423–41. PMID 17390336.
  • Margulis, Lynn; Sagan, Dorion (2002). O que é vida?. Jorge Zahar.
  • Ridley, M. (2006). Evolução. [S.l.]: Artmed. ISBN 85-363-0635-1
  • Sites: Significados
  • Educa Mais Brasil
  • Brasil Escola
  • Guia do Estudante